Fonalidade do Secarrão

Qualquer coisa aí está meu e-mail. arlic@hotmail.com PS: O espaço estar aberto para todos... PS2: Pessoal, seria interessante que depois de vcs escultarem o cd, e tal, comprassem. Quem se sentir lesado pela presença do trabalho aqui no Blog pode falar comigo que tirarei na mesma hora.

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domingo, novembro 27, 2005

Opa pessoal como vão todos ?
Bom to postando pela primeira vez por aq...
Vou tenta demostrar ou disponibilizar varias coisinhas que eu gosto..algumas ate raras.
Vou começar por uma pérola.



Clique aqui pra pega o cd...

Percussionista esplêndido como o Naná Vasconcelos não pode ser deixado de lado. Este cd “Minha Lôa” trabalho magnífico do Naná, onde mistura percussões afro-brasileiras com instrumentos clássicos e instrumentos de metais, lançado em 2002, saindo assim um produto realmente grandioso para a cultural brasileira e também mundial...
Naná Vasconcelos, ou Juvenal de Holanda Vasconcelos, nasceu em meados da década de 40, em Sítio Novo, um bairro da cidade de Olinda, em Pernambuco.
Naná desde criança quis ser músico. Aos 12 anos de idade já era profissional e tocava na sede do bloco "Os Batutas de São José".
No final da década de 60, Naná convenceu Capiba a lhe pagar uma passagem de ônibus para o Rio, dizendo que lá não havia ninguém que realmente soubesse tocar frevo, e que sua música, inscrita em um festival, seria mal apresentada. E assim, partiu para o Rio de Janeiro, onde conheceu Luiz Eça, Wilson das Neves, Gilberto Gil, e passou a acompanhar Milton Nascimento e o Som Imaginário. Integrou o Quarteto Livre (com Nelson Ângelo, Franklin da Flauta e Geraldo Azevedo) em 1968, mesmo ano em que acompanhou Geraldo Vandré no show "Caminhando (Pra Não Dizer que Não Falei de Flores)".
Naná viveu em Paris por cinco anos. Foi nessa fase que lançou seu primeiro disco, Africadeus. Em 1973, gravou no Brasil, Amazonas, um disco que se tornou um marco na combinação de percussão e voz na MPB. De volta ao Brasil, ligou-se a outro músico ímpar na história da música brasileira: Egberto Gismonti. A parceria durou oito anos e rendeu três discos: Dança das Cabeças (1976), Sol do Meio Dia (1977) e Duas Vozes (1984).
Entre o fim dos anos 70 e o início dos anos 80, Naná novamente deixou o Brasil, e partiu para Nova York.Nessa época integrou, junto com o trompetista Don Cherry e o citarista Colin Walcott, o grupo CoDoNa.Depois de aproximadamente 10 anos fora do Brasil, Naná voltou em 1986, como um dos idealizadores do PercPan, um festival anual de música experimental - Panorama Percussivo Mundial (Percpan)...

PS: Comentem sobre o cd....

1 Comments:

Anonymous Caio Carmacho said...

Transcedência do batuque.

11/30/2005 10:36 AM  

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